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	<title>Ouch!mann &#187; Design</title>
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	<description>Portfolio de Allan Altmann</description>
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		<title>Mordendo a isca</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 03:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[cardápio]]></category>
		<category><![CDATA[Casa das Massas]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Frutelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Se no restaurante você pensa em pedir frango com salada e acaba se lambuzando com um cheeseburguer, a culpa não é necessariamente da sua falta de força de vontade. É possível que você esteja sendo envolvido pelo cardápio do estabelecimento. Vontade de lamber a foto Um estudo do Journal of Consumer Research mostrou que imagens [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>5</strong> (0 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se no restaurante você pensa em pedir frango com salada e acaba se lambuzando com um cheeseburguer, a culpa não é necessariamente da sua falta de força de vontade. É possível que você esteja sendo envolvido pelo cardápio do estabelecimento.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-1311" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="Capa do cardápio: Casa das Massas" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/CasaMassasCapa.jpg" alt="" width="150" height="300" />Vontade de lamber a foto</strong></p>
<p>Um estudo do Journal of Consumer Research mostrou que imagens grandes e coloridas aumentam a probabilidade de você pedir aquela comida. Onde a foto está posicionada também interfere: os itens mais lucrativos ganham destaque, o que, no mundo do menu, significa cantos superiores e o centro da página &#8211; lugares estratégicos onde seus olhos param. <em>&#8220;A foto ajuda muito&#8221;</em>, diz Ronaldo Barreto, professor dos cursos de gastronomia do Senac. Se estiver de dieta, escolha lugares que não tenham esse tipo de cardápio para não se apaixonar por um prato à primeira vista.</p>
<p><strong>Junto e misturado</strong></p>
<p>Um estudo da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, revelou que quando você tem uma seleção variada vai comer 10% mais do que se optasse por uma opção. A variedade faz com que você sinta que não está comendo muito.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1312" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="Capa do cardápio: Frutelli" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/frutelliCapa.jpg" alt="" width="150" height="300" />O eufemismo da Floresta Negra</strong></p>
<p>Esse nome cai melhor do que bolo de chocolate, não é? Nomes criativos podem aumentar as vendas de um alimento em 27%. <em>&#8220;Descrições sedutoras criam uma sensação positiva em relação ao gosto&#8221;</em>, diz Sybil Yang, pesquisador e <strong>psicólogo do menu</strong> (sim, isso existe nos EUA) na Universidade Cornell. Outro efeito devastador no seu cérebro são palavras como <em>&#8220;sequinho&#8221;</em> ou <em>&#8220;crocante&#8221;</em>. Elas despertam o desejo e desviam a sua atenção do fato de que a comida é frita.</p>
<p><strong>No bolso</strong></p>
<p>Clientes gastam mais quando os preços vêm sem o cifrão (ou seja, 30 em vez de R$ 30), diz um estudo da Universidade Cornell. Não ver o cifrão faz com que o cérebro não pense que está gastando dinheiro, o que facilita encarar os extras como entradinhas e sobremesas.</p>
<p><strong>Cardápio e design</strong></p>
<p>Em Marechal C. Rondon, tive a oportunidade de criar dois cardápios para empresas de setores alimentares distintos: para a Casa das Massas, cujo nome é autoexplicativo, e para a sorveteria Frutelli. Grande parte dos estabelecimentos da cidade não possuem uma preocupação específica com o cardápio. Talvez pela ignorância do poder de sua influência na escolha do consumidor ou simplesmente sob o argumento de conter gastos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1306" title="Marca Casa das Massas - Marechal C. Rondon, PR." src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/marcaCasaMassas.jpg" alt="" width="500" height="300" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1309" title="Cardápio Casa das Massas" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/CasaMassasCardapio.jpg" alt="" width="600" height="983" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1308" title="Cardápio Frutelli" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/frutelliCardapio.jpg" alt="" width="600" height="983" /></p>
<hr />
<p>Referência:<br />
Revista Women&#8217;s Health (Abril 2010)</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2011%2F01%2F28%2Fmordendo-a-isca%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>5</strong> (0 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>Eleições, design e psicologia</title>
		<link>http://ouchmann.com/2010/04/06/eleicoes-design-e-psicologia/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[ideologia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Na época das eleições de 2006 deparei-me com uma aula de semiótica, teoria das cores e muita subliminariedade da revista VEJA, famosa por ser &#8220;direitêra&#8221;. Além da parcialidade política no texto, os editores da revista, àquela época, fizeram uso de algumas artimanhas do design para envolver os leitores conforme os preceitos da revista. A matéria [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=3.8" /></div><div>Rating: 3.8/<strong>5</strong> (5 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na época das eleições de 2006 deparei-me com uma aula de semiótica, teoria das cores e muita subliminariedade da revista VEJA, famosa por ser &#8220;direitêra&#8221;. Além da parcialidade política no texto, os editores da revista, àquela época, fizeram uso de algumas artimanhas do design para envolver os leitores conforme os preceitos da revista.</p>
<p>A matéria que me chamou a atenção foi a da capa. Revista VEJA ed. 1980 &#8211; ano 39, nº 43 (dia 1º de Novembro de 2006). &#8220;Dois Brasis depois do voto?&#8221;, precedendo as eleições daquele ano, mostrou muito bem do que somos expostos pela mídia. Não existe imparcialidade. Nem na Veja, nem na Carta Capital e nem em qualquer outra revista informativa. O que podemos fazer então? Talvez  tentar conhecer o máximo de tudo.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/011106/p_070.html" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-1083" title="Clique na imagem para  acessar a matéria na íntegra (nova janela)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-materia.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Tá, vamos então ao que eu observei nessa matéria: A VEJA apoiou de forma silenciosa, mas quase que desesperada, Geraldo Alckmin. O grande título <strong>&#8220;ENTRE O AZUL E O VERMELHO&#8221;</strong> começa dizendo muito.</p>
<p>Conceitualmente + figurativamente:<br />
<strong><span style="color: #00ccff;">AZUL = PSDB = BOM = POSITIVO</span><br />
<span style="color: #ff0000;">VERMELHO = PT = RUIM = NEGATIVO</span></strong></p>
<p>Para entender como isso funciona é só pensar no seu saldo bancário.<a href="http://veja.abril.com.br/011106/p_070.html" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-1085" title="Clique na imagem para  acessar a matéria na íntegra (nova janela)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-detalhe.jpg" alt="" width="300" height="90" /></a> Quanto está ótimo, positivo, está AZUL. Caso contrário, VERMELHO. A relação aqui sugere o mesmo. A manchete que se segue ratifica esse ponto de vista:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em> &#8220;A tarefa do novo presidente será diminuir o fosso que separa o Brasil moderno do Brasil arcaico &#8220;</em>. Na imagem destacada ao lado tracei uma seta azul para &#8220;Brasil moderno&#8221; e outra vermelha em &#8220;Brasil arcaico&#8221;, explicitando a ligação implícita.</p>
<p>A aliança do AZUL para Alckmin e VERMELHO para Lula denuncia-se na primeira página, onde os <a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-geografia.jpg" target="_blank" rel="lightbox[1079]">pontos coloridos</a> informam onde cada candidato tem a preferência do eleitorado. Outro fator, que fortalece essa implícita preferência de VEJA à Alckmin em vez de Lula ou à imparcialidade, são suas fotos:</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1087" title="VEJA esses rostos" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-rostos.jpg" alt="" width="197" height="300" />Alckmin com feição serena, confiante, azul, acima de Lula, feição tensa, preocupada, vermelho na linha inferior.</p>
<p>Durante a matéria que segue por 9 páginas, há opiniões sobre a preferência entre um ou outro presidente que percorrem todo rodapé. Pessoas públicas e comuns emparelham seus pontos de vista a favor de seus candidatos.</p>
<p>Alckmin tem 10 pessoas públicas famosas ao seu favor. Atores, chef de cozinha, modelo e vj. Eles dividem sua preferência com engenheiros, advogados e empresários entre outras funções de maior destaque socioeconômico.</p>
<p>Lula tem 3 pessoas públicas famosas ao seu favor. A cantora Angela Ro Ro, o pugilista Popó e o ator Osmar Prado dividem preferência com uma maioria de vendedores, auxiliares de funções, porteiro, ambulante e outras ocupações de pouco destaque.</p>
<p>A leitura ocidental, ou seja, nossa leitura, se dá da esquerda pra direita e de cima para baixo. Levando isso em conta, o que fecha a matéria, última informação que nos é apresentada é a opinião do senhor Carlos dos Santos, ambulante do Pará de 55 anos, favorável a Lula.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;Ele é um cara igual à gente. É bom ver ele lá no poder e saber que tem alguém, em Brasília, olhando pela gente. Ele criou o Bolsa Família, que ainda não recebo, mas, se Deus quiser, vou começar a receber.&#8221;</em></p>
<p>O que tudo isso tem a ver?<br />
É uma manipulação da VEJA? Depende.<br />
Essa matéria apresenta uma informação estatística. Nada que está escrito lá é mentira.<br />
Mas sua &#8220;<em>layoutação</em>&#8221; tenta expor uma escolha como certa e outra como errada.</p>
<p>Essa observação já tem quase 4 anos, foi próximo a eleição de 2006, mas os criativos da VEJA provavelmente já estão se aquecendo para as eleições deste ano.<br />
<a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010a.jpg" rel="lightbox[1079]"><img class="alignright size-medium wp-image-1092" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="O tucano alça voo (pg 56 e 57)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010a-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Percebi em matéria na última VEJA (ed. 2159 &#8211; ano 43 &#8211; nº 14 &#8211; 7 de Abril de 2010), mais um jogo subliminar referente às próximas eleições majoritárias. Dessa vez com menos recursos visuais e talvez menos exposta que a matéria observada acima.</p>
<p>Nas páginas 56 e 57 um &#8220;Tucana alça voo&#8221;. Com foto única, ilustrando José Serra vitorioso e ovacionado pelas pessoas em sua volta, a matéria sintetiza a postura ética do pré-candidato em esperar até o momento certo para noticiar sua investida à presidência da República.<a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010b.jpg" rel="lightbox[1079]"><img class="alignright size-medium wp-image-1091" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="Prateleira Eleitoral  (pg 58 e 59)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010b-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a> Já na página 58 e 59, através do título &#8220;Prateleira eleitoral&#8221;, a matéria conta com 3 fotos sendo a maior ilustrada por Dilma Rousseff sorrindo e todos os outros ministros, presidente e vice sob fisionomia séria e com olhares difusos e nas fotos menores, José Dirceu e Franklin Martins aparecem em instantes de visível preocupação.</p>
<p>Tudo isso indica que de imparcialidade a revista está longe. Estamos a alguns meses de distância das eleições. Até lá creio que a própria VEJA, como diversas outras revistas, irá utilizar da semiótica, cores, formas e todas as armas que o design e a psicologia dispõem em favor de suas concepções. Vai ser interessante acompanhar tudo isso.</p>
<p>Importante dizer que nada disso configura crime algum, mas julgo importante termos consciência do que nos atinge.</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F04%2F06%2Feleicoes-design-e-psicologia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=3.8" /></div><div>Rating: 3.8/<strong>5</strong> (5 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>Um mundo de cores</title>
		<link>http://ouchmann.com/2010/03/17/um-mundo-de-cores/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 21:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de nove edições de Big Brothers, a Globo resolveu juntar o máximo de homossexuais e simpatizantes possível para a décima versão do programa. Está sendo um sucesso, mas ao ver esse monte de &#8220;coloridos&#8221; achei por certo criar um post que tratasse melhor do assunto. As cores podem ser obtidas de duas maneiras: pela [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=5.0" /></div><div>Rating: 5.0/<strong>5</strong> (2 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de nove edições de Big Brothers, a Globo resolveu juntar o máximo de homossexuais e simpatizantes possível para a décima versão do programa. Está sendo um sucesso, mas ao ver esse monte de <em>&#8220;coloridos&#8221;</em> achei por certo criar um post que tratasse melhor do assunto.</p>
<p>As cores podem ser obtidas de duas maneiras: pela mistura de pigmentos (padrão CMYK) ou por composição luminosa (padrão RGB). Nem todas as pessoas têm a mesma sensação para um determinado estímulo. Existem deficiências na avaliação das cores. Fatores físicos e psicológicos interferem, como por exemplo cansaço, nervosismo ou gripe, ficando difícil analisar da mesma maneira determinada cor. O estudo desta percepção pertence a uma área complexa da ciência que além de não ter uma compreensão definitiva, não será abordada neste post.</p>
<h4>Padrão RGB de cores</h4>
<p><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/rgb.png" rel="lightbox[945]"><img class="alignright size-medium wp-image-947" title="Padrão RGB" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/rgb-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></a>Esse padrão de cores é utilizado em monitores, TVs, celulares e todo dispositivo eletrônico que emita luz. <strong>RGB</strong> é a abreviatura do sistema de cores <span style="text-decoration: underline;">aditivas</span> formado pelo Vermelho (<strong>R</strong>ed), Verde (<strong>G</strong>reen) e Azul (<strong>B</strong>lue).</p>
<p>Todas as outras cores são produzidas a partir da fusão destas três primárias. Usa-se um Byte para o vermelho, um Byte para o verde e um Byte para o azul. Esse Byte permite 256 combinações diferentes, do 0 ao 255 sendo 0 ausência da cor e 255 a mesma em sua plenitude.</p>
<p>Para se chegar ao Michel do Big Brother, por exemplo, em RGB sua configuração seria: <strong>R=255</strong>, <strong>G=255</strong> e <strong>B=0</strong>, ou seja, amarelo. Seguindo a brincadeira, Uilliam seria composto por <strong>R=0</strong>, <strong>G=0</strong> e <strong>B=0 </strong>(negro*), Serginho seria <strong>R=255</strong>, <strong>G=100</strong> e <strong>B=250</strong> (rosa claro**) e Dicesar <strong>R=255</strong>, <strong>G=0</strong> e <strong>B=247 </strong>(rosa mais escuro**). Já Dourado é uma cor complicada para se obter a partir do padrão RGB (<strong>R=255</strong>, <strong>G=180</strong> e <strong>B=0</strong>, mas o resultado é um laranja mais escuro, ou seja, um falso Dourado). <a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/dourado.jpg" target="_blank" rel="lightbox[945]">Para se conseguir um Dourado melhor pode-se utilizar, por exemplo, o Pantone 129 CV</a>. Mas como o Dourado é diferente dos outros na casa, já não estamos mais falando de RGB e sim de padrão de cores pigmento.</p>
<p>Seguindo aquela linha de raciocínio para criação de cores RGB, teremos garantida a possibilidade de exibição de até 256 <sup>3</sup> tipos de cores diferentes, o que equivale a, no máximo, 16777216 tipos de cores permitidas. Evidente que, o que define de fato a quantidade de cores a ser exibida na tela é o hardware ou mais especificamente a placa de vídeo, memória e capacidade do monitor.</p>
<h4>Padrão CMYK de cores</h4>
<p><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/cmyk.png" rel="lightbox[945]"><img class="alignleft size-medium wp-image-950" title="Padrão CMYK" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/cmyk-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></a>Esse padrão é empregado em impressoras e fotocopiadoras. <strong>CMYK</strong> é a abreviatura do sistema de cores formado por Ciano (<strong>C</strong>yan), Magenta (<strong>M</strong>agenta), Amarelo (<strong>Y</strong>ellow) e Preto (black). A letra <strong>K</strong> no final significa <strong>Key</strong>, pois a mistura das três primeiras cores (CMY) produz uma espécie de “marrom”. Essa mistura não reproduz fielmente tons mais escuros, então é necessário a aplicação de preto &#8220;puro&#8221; (K).</p>
<p>Em contraponto ao sistema RGB, o sistema CMYK é <span style="text-decoration: underline;">subtrativo</span>. Por exemplo, ciano é a cor oposta ao vermelho, o que significa que atua como um filtro dessa cor, absorvendo-a (-R +G +B). Da mesma forma, magenta é a oposta ao verde (+R -G +B) e amarelo é a oposta ao azul (+R +G -B).</p>
<p>Assim:<br />
Magenta + amarelo = vermelho;<br />
Magenta + ciano = azul e;<br />
Ciano + amarelo = verde.</p>
<h4><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/quadricromia.jpg" rel="lightbox[945]"><img class="alignright size-medium wp-image-954" title="Quadricromia" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/quadricromia-95x300.jpg" alt="" width="95" height="300" /></a>E o CMYK do Photoshop?</h4>
<p>Como o CMYK que se usa na indústria gráfica é baseado na mistura de tintas sobre o papel e o CMYK usado nos sistemas de computador não passa de uma variação do RGB, nem todas as cores vistas no monitor podem ser conseguidas na impressão, uma vez que o espectro de cores CMYK (gráfico) é significativamente menor que o RGB. Alguns programas gráficos incorporam filtros que tentam mostrar no monitor a imagem como será impressa, sendo frequentes as necessidades de calibração entre impressora e monitor para alinhar os resultados.</p>
<h4>Sistema de cores Pantone®</h4>
<p>Lembra que comentei que se pode chegar ao Dourado através de cores Pantone®? Não é que este sistema, criado pela empresa de mesmo nome e sediada em New Jersey desde 1963, seja RGBfóbico. Ela oferece cores especiais. Ao invés de misturar as tintas na impressão, essas cores são pré-determinadas na própria composição das tintas. São também chamadas de cores “spots” e têm a vantagem de permitir uma maior gama de cores do que as cores de escala (CMYK) e são mais fáceis padronizar cores de identidade usadas em marcas como Cola-Cola, McDonald’s, Maizena.</p>
<p><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/pantone.jpg" rel="lightbox[945]"><img class="alignright size-medium wp-image-951" title="Tabela Pantone" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/pantone-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Também são usadas em cores fora da gama, geralmente cores saturadas e tons pastéis, cores douradas e metálicas ou em substituição de cores CMYK por cores especiais economizando tintas, fotolitos e chapas.</p>
<p>Por exemplo, podemos solicitar impressão de trabalho utilizando a cor Pantone 129 CV (Dourado) então a empresa terá instruções sobre como produzir a cor 129 CV no seu equipamento. Desta forma, o produto final, no caso o Dourado, será produzido exatamente como o pretendido.</p>
<p>Referências:<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CMYK" target="_blank">Wikipedia</a><br />
<a href="http://www.interney.net/intranets/?p=9755544" target="_blank">Interney</a><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quadricromia" target="_blank">Quadricromia</a></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><br />
*Sugestão 	desprovida de racismo  ** Sugestão desprovida de homofobia<br />
</span></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F03%2F17%2Fum-mundo-de-cores%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=5.0" /></div><div>Rating: 5.0/<strong>5</strong> (2 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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