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	<title>Ouch!mann &#187; Arte e cultura</title>
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	<description>Portfolio de Allan Altmann</description>
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		<title>A simplicidade genial do Twitter</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Biz Stone]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Biz Stone busca formas inusitadas, e até malucas, de encontrar soluções de negócios. Para ele, o Twitter é como um grande projeto artístico. O americano Christopher Isaac Stone nasceu em Boston, há 36 anos, e foi criado em um afluente e pacato subúrbio da capital do estado de Massachusetts. No começo dos anos 90, iniciou [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>5</strong> (0 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1258" title="Biz Stone" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/bizStone.jpg" alt="" width="300" height="374" />Biz Stone busca formas inusitadas, e até malucas, de encontrar soluções de negócios. Para ele, o Twitter é como um grande <strong>projeto artístico</strong>.</p>
<p>O americano Christopher Isaac Stone nasceu em Boston, há 36 anos, e foi criado em um afluente e pacato subúrbio da capital do estado de Massachusetts. No começo dos anos 90, iniciou mas não completou as faculdades de literatura e teatro. Em 1994 ajudou a consertar o computador de uma editora de livros e se animou em oferecer as ilustrações que produzia por <a href="http://www.dicionarioinformal.com.br/buscar.php?palavra=diletantismo" target="_blank">diletantismo</a>. Acabou contratado como artista gráfico e passou os cinco anos seguintes produzindo capas de livros.</p>
<p>É difícil de acreditar, mas passados apenas dez anos, esse mesmo sujeito &#8211; que prefere ser chamado de Biz, apelido de infância &#8211; seria eleito uma das cem personalidades mais influentes do mundo pela revista <em>Time</em>, ao lado de seu sócio e amigo Evan Willians. A dupla criou, junto com Jack Dorsey, o <a href="http://twitter.com" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a>. Engenheiro de software, Dorsey havia desenvolvido um sistema de agendamento de táxis com base no uso de mensagens curtas para celular (SMS). Imaginou que poderia usar o mesmo conceito para conectar amigos. Após rabiscar a ideia em um guardanapo de lanchonete, entrou em contato com Stone e Willians, que, depois de trabalharem em empresas de referência pontocom, como a Google, haviam lançado o próprio empreendimento, na área de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcasting" target="_blank"><em>podcast</em></a>. Em uma reunião que durou o dia todo, os três conceberam o formato final do produto, inclusive o nome <em>Twitter</em>, sugerido por Stone, que associou o som das teclas ao trinar de um pássaro. O formato SMS, 140 caracteres, seria mantido para estimular uma &#8220;<em>curta enxurrada de pensamentos inconsequentes</em>&#8220;, como definiu Dorsey.</p>
<p>Lançado em 2006, o serviço de comunicação instantântea passou os primeiros nove meses de vida no limbo, até que, durante um festival cultural-tecnológico realizado no Texas, no ano seguinte, começou a ganhar escala. Passou de 20 mil para 60 mil usuários em poucos dias. Atualmente são <strong>300 mil novas contas registradas por dia</strong>. No final de julho, a rede era formada por 125 milhões de pessoas de todos os cantos do mundo (mais de dois terços do volume de informação é gerado fora dos Estados Unidos).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1259" title="Fundadores do Twitter" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/founders.jpg" alt="" width="400" height="300" />Dona de um fenômeno cultural global e de uma espetacular base de usuários, a empresa corre atrás, agora, de arrumar uma fonte de renda. Em abril, lançou seu primeiro serviço comercial, o tweet promocional. Pelo sistema, empresas interessadas podem posicionar suas próprias mensagens nas torrentes de informação de usuários que lhes interessem. Há uma clara distinção entre os tweets &#8220;naturais&#8221; e os promocionais, para que ninguém se sinta ludibriado. Além disso, a empresa reserva-se o direito de vetar mensagens publicitárias que possam ser consideradas intrusivas pelos usuários. Os primeiros resultados da experiência, segundo declarou Stone em entrevista exclusiva à Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, são bastante encorajadores. &#8220;Nossos primeiros parceiros estão encantados com o nível de engajamento dos usuários&#8221;, diz. Stone recebeu a reportagem na sede do Twitter Inc., que ocupa dois andares de um burocrático prédio de escritórios na região central de São Francisco.</p>
<h2><span id="more-1257"></span><strong>Quando o senhor percebeu que o Twitter tinha se transformado em um fenômeno?</strong></h2>
<p>Lançamos o Twitter em julho de 2006. Levou nove meses para que as pessoas tomassem conhecimento. A primeira vez que vimos o Twitter ser usado intensamente por diferentes grupos de pessoas foi durante a edição de 2007 do festival de música, cinema e tecnologia <em>South by Southwest</em>, em Austin, no Texas. Durante o evento, as pessoas passaram a criar grandes ondas de informação com o uso do Twitter. Eu sempre uso a metáfora de grandes bandos de pássaros se movimentando pelo céu. É algo que parece muito bem coreografado e treinado, mas que na verdade segue uma mecânica muito simples: trata-se apenas de comunicação em tempo real entre indivíduos, o que permite que eles formem um só organismo. Até então, não existia um serviço que permitisse que as pessoas fizessem isso. Atraímos muita atenção da imprensa e ganhamos um prêmio do festival. Foi uma espécie de <em>big bang.</em> A primeira prova de que o Twitter podia trazer algo novo. E a forma como ele opera faz com que seja mais valioso na medida em que mais usuários participam dele.</p>
<h2><strong>Em termos de internet, nove meses é um tempo bem longo. Vocês pensaram em desistir?</strong></h2>
<p><strong> </strong>De fato, nove meses é bastante tempo para se dedicar a algo que não seja necessariamente atraente. Mas eu sempre mantive a empolgação com o Twitter. Nunca deixei de acreditar, pois o Twitter permite que as pessoas se comuniquem de uma maneira fácil e direta &#8211; um objetivo que eu sempre persegui na minha carreira. Para mim, nunca importou que houvesse apenas 5 mil pessoas usando o serviço. Eu sempre soube que ia funcionar. Jamais imaginei que o Twitter tomaria a dimensão que tomou. Mas, felizmente as coisas se desenvolveram bem e pudemos criar uma empresa em torno do serviço.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1260" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/obs1.png" alt="" width="600" height="300" /></p>
<h2><strong>O que é criatividade e como o senhor a aplica no seu dia a dia?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Criatividade é um recurso renovável. O acesso a ela é inesgotável: todo mundo é criativo. O que é ótimo. De onde você tira e como você acessa esse recurso? Na minha opinião, você é mais criativo na medida em que acumula diferentes experiências. Muitas pessoas permanecem presas a uma forma específica de pensamento e preferem interagir apenas com pessoas do mesmo tipo. Eu acho que, quanto mais amplas forem suas experiências, mais você pode utilizá-las para criar conexões. Você pode ter ideias que não teria normalmente. Gosto muito de viajar e de conversar com pessoas que sejam totalmente alheias ao meu universo. No ano passado, dei praticamente uma volta ao mundo, basicamente para trocar ideias com gente diferente.</p>
<h2><strong>Mas como aplicar essas novas experiências aos negócios?</strong></h2>
<p><strong> </strong>O que faz o Twitter especial é a nossa abordagem criativa. Eu comecei minha vida como artista. Virei empreendedor da área de tecnologia depois dessa experiência. Então, acho que vejo as coisas de uma maneira um pouco diferente. As pessoas que trabalham aqui não têm necessariamente a mesma visão que a minha. Elas são mais focadas no negócio. Mas, ainda assim, elas são encorajadas a buscar soluções mais criativas para os problemas.</p>
<h2><strong>O senhor escreveu dois livros sobre mídias sociais. Como sua atividade intelectual interfere no seu trabalho?</strong></h2>
<p><strong> </strong>É engraçado. Há dez anos, não imaginava que podia ser bemssucedido no mundo dos negócios. Creio que uma das razões para eu ter encontrado espaço nesse mundo é que a definição do que é fazer negócios está mudando. As pessoas estão percebendo que a criatividade e o altruísmo são partes importantes do fazer negócios. Uma companhia ou um produto são considerados bemssucedidos, hoje em dia, se eles produzirem algum impacto positivo para o mundo ou se forem relevantes para as pessoas &#8211; e não mais apenas em termos de vendas ou faturamento. Aqui no Twitter, começamos a colaborar com organizações não-governamentais e filantrópicas, especialmente na área de educação, antes mesmo de começar a fazer dinheiro.</p>
<h2><strong>Mas, ao mesmo tempo, vocês estão sempre sob pressão para apresentar resultados financeiros positivos.</strong></h2>
<p><strong> </strong>Na verdade, não estamos sob pressão.</p>
<h2><strong>Mas há uma ansiedade generalizada no mundo da internet para que o Twitter mostre viabilidade financeira.</strong></h2>
<p><strong> </strong>Sim. Não estamos aqui apenas para diversão ou para contribuir com ONGs. Nosso objetivo é criar um negócio muito bemssucedido, que é a maneira mais fácil de causar um impacto positivo no mundo. A diferença é que, no Twitter, resolvemos dar tempo ao tempo. Nós decidimos desenvolver o modelo de negócios apenas quando estivéssemos seguros de que nosso serviço é relevante para milhões de pessoas ao redor do mundo. Porque se você agir da maneira inversa, não vai funcionar. Em abril, lançamos os tweets promocionais.</p>
<h2><strong>E como tem ido até o momento?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Muito bem. Nossos primeiros parceiros estão encantados com o nível de engajamento dos usuários. Porque a gente não está simplesmente enchendo o site de propagandas. Se um tweet promocional não provocar o interesse dos usuários, simplesmente o tiramos do ar e não cobramos do anunciante. O resultado é que os usuários estão vendo mensagens que lhes interessam, as companhias estão tendo suas informações divulgadas e nós estamos sendo pagos para isso. Está todo mundo feliz.</p>
<h2><strong>Negócios e criatividade são opostos ou complementares?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Eles se entrelaçam. O que me vem à mente é o conceito de pensamento lateral. A ideia de que você, em vez de pensar de maneira linear, tenta um ângulo completamente diferente. É o que os artistas fazem a toda hora. Eles arrumam formas inusitadas, malucas até, para obter soluções. Se você quiser, uma empresa pode ser tocada como se fosse um grande projeto artístico.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1261" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/obs2.png" alt="" width="600" height="300" /></p>
<h2><strong>Por que vocês resistiram às ofertas de compra do Twitter?</strong></h2>
<p>A razão pela qual resistimos ao assédio é porque acreditamos que criamos uma ferramenta útil para milhões de pessoas. Mas ainda não terminamos de fazer a segunda parte, que é criar um modelo de negócios. Ficar só com a primeira parte do projeto me parece frustrante. Nós queremos realmente levar essa história até o fim.</p>
<h2><strong>O senhor atua como conselheiro de jovens empreendedores do Vale do Silício. Qual é sua mensagem para eles?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Quando a empresa é muito pequena, formada por garotos, a dúvida básica é: &#8220;Temos um produto ou serviço que começou a despertar atenção; o que devemos fazer agora?&#8221; Minha resposta padrão é: dê um salto. Monte uma empresa, saia do porão ou da garagem. Você não vai conseguir ser espetacularmente bemssucedido se não estiver disposto a falhar espetacularmente. Outro conselho que eu sempre dou é: mantenha o foco. Não se deixe distrair por atividades paralelas, muito embora nossa história seja feita de projetos paralelos muito bemssucedidos. Mas o que eu digo é para eles não se deixarem distrair por atividades que tenham como objetivo render dinheiro fácil. Nunca funciona. Você vai acabar trabalhando para alguém. É diferente de quando você abraça um projeto com paixão.</p>
<h2><strong>O Vale do Silício tem uma atmosfera muito favorável para novos empreendimentos. Mas nem todos os lugares são assim. Que lições é possível tirar da forma como as empresas da região atuam?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Temos uma mentalidade muito aberta. As pessoas têm dificuldade para perceber que atuar dessa maneira cria valor. Elas acham que terão suas ideias roubadas por outras empresas. Mas, na verdade, o que você está fazendo, quando passa a trabalhar de maneira aberta, é colocar alguma coisa lá fora que vai voltar para você muito mais valiosa. POde parecer temerário à primeira vista, assim como foi quando pensamos em compartilhar todos os nossos dados com o Google, com a Microsoft e com o Yahoo. Parece uma ideia maluca. Mas, no fim das contas, é algo positivo para os usuários, para nós e para as outras empresas. Meu conselho é: vá em frente e compartilhe suas ideias. Você vai acabar atraindo outras pessoas tão inteligentes e interessantes quanto você.</p>
<h2><strong>O que o senhor diria para um empreendedor em começo de carreira se tivesse apenas 140 caracteres para se expressar?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Oportunidades podem ser construídas. Você não precisa esperar que venham até você.</p>
<hr />Referências:<br />
Revista Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios &#8211; Agosto de 2010</p>
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		<title>A arte de Caravaggio</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 23:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Michelangelo Merisi di Caravaggio nasceu em 1571. Se fôssemos imaginar a arte de Caravaggio como reflexo de sua personalidade agressiva, nervosa e explosiva, certamente imaginaria-se a loucura do dadaísmo ou surrealismo. Mas Caravaggio é o pintor mais misterioso e talvez mais revolucionário da história da arte. E a fonte de sua genialidade está na bruta [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=5.0" /></div><div>Rating: 5.0/<strong>5</strong> (3 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1242" title="Tive a oportunidade de conferir &quot;A Morte da Virgem&quot; de 1606 - Musée du Louvre, Paris" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/IMG_9273.jpg" alt="" width="350" height="588" />Michelangelo Merisi di Caravaggio nasceu em 1571. Se fôssemos imaginar a arte de Caravaggio como reflexo de sua personalidade agressiva, nervosa e explosiva, certamente imaginaria-se a loucura do dadaísmo ou surrealismo. Mas Caravaggio é o pintor mais misterioso e talvez mais revolucionário da história da arte. E a fonte de sua genialidade está na bruta quebra do &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maneirismo" target="_blank">maneirismo</a>&#8220;. O maneirismo pode ser representado por outro Michelangelo, <a href="http://bit.ly/cb6aI5" target="_blank">aquele da Capela Sistina</a>.</p>
<p>Caravaggio é um dos melhores exemplos do barroco italiano na pintura. A arte barroca foi um efeito da Contrarreforma. Como os protestantes haviam banido de seus cultos todas as imagens e representações, a Igreja Católica investiu no oposto: uma arte que enfatizava os aspectos mais palpáveis e humanos de Jesus e dos santos. Fisgava-se fiéis pelas emoções que a arte suscitava &#8211; e pela beleza e opulência com que ela inundava as igrejas. Caravaggio, no entanto, era inovador. Usando de uma linguagem mais teatral e realista, ele enquadra os momentos mais dramáticos e utiliza feições mais humanas para as figuras retratadas. Ele levou para sua arte, as antíteses que marcaram o período: luz e sombra, espiritualidade e sensualidade, serenidade e violência. Claro, como todo gênio, enfrentou muita resistência por isso.</p>
<p>Essa resistência da época chegou a tal ponto, que o pintor francês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Poussin" target="_blank">Nicolas Poussin</a>, pouco após a morte de Caravaggio, declarou: <em>&#8220;Ele veio para destruir a pintura&#8221;</em>.</p>
<p>Porém quatro séculos depois, a Itália festeja e homenageia o genial pintor. No dia 18 de julho de 2010 completou-se 400 anos da morte de Caravaggio. Entre as comemorações no país, pode-se verificar uma exposição colossal nas Scuderie del Quirinale, em Roma, e a exibição da ossada do artista, que foi recentemente identificada enterrada em uma igreja da cidade de Porto Ecole, na Toscana.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1243" title="A Morte da Virgem - Caravaggio" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/45death.jpg" alt="" width="600" height="899" /></p>

<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/37depos/' title='&#039;O Sepultamento&#039;, de 1602/03'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/37depos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;O Sepultamento&#039;, de 1602/03" title="&#039;O Sepultamento&#039;, de 1602/03" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/34thomas/' title='&#039;A Incredulidade de São Tomé&#039;, de 1601'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/34thomas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;A Incredulidade de São Tomé&#039;, de 1601" title="&#039;A Incredulidade de São Tomé&#039;, de 1601" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/33isaac/' title='&#039;O Sacrifício de Isaac&#039;, de 1601'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/33isaac-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;O Sacrifício de Isaac&#039;, de 1601" title="&#039;O Sacrifício de Isaac&#039;, de 1601" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/33isaac2/' title='Detalhe de &#039;O Sacrifício de Isaac&#039; (1601)'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/33isaac2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe de &#039;O Sacrifício de Isaac&#039; (1601)" title="Detalhe de &#039;O Sacrifício de Isaac&#039; (1601)" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/17judit/' title='&#039;Judith Decapitando Holofernes&#039;, de 1598'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/17judit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;Judith Decapitando Holofernes&#039;, de 1598" title="&#039;Judith Decapitando Holofernes&#039;, de 1598" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/17judit2/' title='Detalhe de &#039;Judith Decapitando Holofernes&#039; (1598)'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/17judit2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe de &#039;Judith Decapitando Holofernes&#039; (1598)" title="Detalhe de &#039;Judith Decapitando Holofernes&#039; (1598)" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/192captu/' title='&#039;A Tomada de Cristo&#039;, de 1598'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/192captu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;A Tomada de Cristo&#039;, de 1598" title="&#039;A Tomada de Cristo&#039;, de 1598" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/272y_ram/' title='&#039;São João Batista&#039;, de 1600'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/272y_ram-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;São João Batista&#039;, de 1600" title="&#039;São João Batista&#039;, de 1600" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/041boy/' title='&#039;Menino Mordido por um Lagarto&#039;, de 1594'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/041boy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;Menino Mordido por um Lagarto&#039;, de 1594" title="&#039;Menino Mordido por um Lagarto&#039;, de 1594" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/041boy1/' title='Detalhe de &#039;Menino Mordido por um Lagarto&#039; (1594)'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/041boy1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe de &#039;Menino Mordido por um Lagarto&#039; (1594)" title="Detalhe de &#039;Menino Mordido por um Lagarto&#039; (1594)" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/70david/' title='&#039;David&#039;, de 1609'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/70david-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;David&#039;, de 1609" title="&#039;David&#039;, de 1609" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/57salome/' title='&#039;Salomé com a Cabeça de São João Batista&#039;, de 1607'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/57salome-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;Salomé com a Cabeça de São João Batista&#039;, de 1607" title="&#039;Salomé com a Cabeça de São João Batista&#039;, de 1607" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/13fligh/' title='&#039;Descanso na Fuga para o Egito&#039;, de 1596/97'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/13fligh-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;Descanso na Fuga para o Egito&#039;, de 1596/97" title="&#039;Descanso na Fuga para o Egito&#039;, de 1596/97" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/45death/' title='A Morte da Virgem, de 1606'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/45death-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A Morte da Virgem, de 1606" title="A Morte da Virgem, de 1606" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/08/07/a-arte-de-caravaggio/img_9273/' title='&quot;A Morte da Virgem&quot; de 1606 - Musée du Louvre, Paris'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/IMG_9273-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&quot;A Morte da Virgem&quot; de 1606 - Musée du Louvre, Paris" title="&quot;A Morte da Virgem&quot; de 1606 - Musée du Louvre, Paris" /></a>

<hr />Referências:<br />
Revista VEJA &#8211; edição 2175 &#8211; ano 43 &#8211; nº 30. Págs. 144 a 148.<br />
<a href="http://bit.ly/djOGR6" target="_blank">Biografia de Caravaggio, por Gilles Néret (Ed. Paisagem)<br />
</a><a href="http://bit.ly/ct51iY" target="_blank">Arquivo com quase todas as obras de Caravaggio</a><a href="http://bit.ly/djOGR6" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.skoob.com.br/ad/cc/1/1/1/?pub=http://www.skoob.com.br/promocao/codigo/181017"><img src="http://www.skoob.com.br/img/promocao/11280777319.gif" alt="" width="460" height="68" /></a></p>
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		<title>A caricatura revela</title>
		<link>http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 17:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[caricatura]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se sabe ao certo quando a ironia, o sarcasmo ou paralelos e metáforas nasceram como modalidades de discurso. O certo é que esses artifícios fizeram com que a linguagem, a comunicação, pudesse atingir níveis mais altos de qualidade em uma argumentação. Essa mesma importância de transformação eu posso dizer que acontece com o surgimento [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=4.8" /></div><div>Rating: 4.8/<strong>5</strong> (4 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se sabe ao certo quando a ironia, o sarcasmo ou paralelos e metáforas nasceram como modalidades de discurso. O certo é que esses artifícios fizeram com que a linguagem, a comunicação, pudesse atingir níveis mais altos de qualidade em uma argumentação. Essa mesma importância de transformação eu posso dizer que acontece com o surgimento da caricatura.</p>
<p>Uma boa caricatura revela mais que apenas características distorcidas. Não podemos ignorar a força que ela pode ter. Esse &#8220;simples   desenho&#8221; pode se tornar o estopim de uma guerra. Não chegou a esse   ponto, mas foi a mensagem que os muçulmanos passaram ao reagir <a href="http://4.bp.blogspot.com/_q-DEF1AZEQU/R7GJjHQA8fI/AAAAAAAAAKE/_1xBNLl4vZQ/s400/maome-701523%5B1%5D.jpg" target="_blank" rel="lightbox[1107]">àquela  famosa caricatura de Maomé</a> feita por um  artista dinamarquês no  início de 2006.</p>
<p><em>&#8220;A caricatura, pela rapidez, pelo exagero dos traços e pela síntese formal, alarga os pontos de vista, desloca o leitor mediante a identificação ou o estranhamento para, então, abrir a possibilidade de outras realidades, alteradas, re-elaboradas. Revela o absurdo no familiar e a familiaridade do que é estranho, mostrando além da imagem, além do alvo que pretende atingir. Torna expostos muitos julgamentos, mas de forma democrática, abrindo espaço para a decisão do leitor&#8221;</em>, explica Marilda Lopes Pinheiro Queluz, professora de História da Arte e Teoria do Design paranaense.</p>
<h4>As origens da caricatura</h4>
<p><em>Caricare</em>, do italiano, se traduz como &#8220;carregar&#8221;, no sentido de exagerar. Assim, a palavra caricatura transmite o sentido de sua concepção. Sua atribuição atual tem raízes na constatação da existência de toda uma categoria estética à margem da cultura oficial e dos padrões de beleza do classicismo, o &#8220;realismo grotesco&#8221;, predominantes no Ocidente nos últimos milênios. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mikhail_Bakhtin" target="_blank">Mikhail Bakhtin</a>, linguista russo, elege o carnaval popular da Idade Média e início da Época Moderna como o momento mais presente desse “realismo grotesco”, que tem como um de seus elementos fundamentais o “rebaixamento” físico, corporal, verbal, simbólico etc.</p>
<p>Segundo a ideia defendida por Wellington Srbek em seu livro <a href="http://www.marcadefantasia.com/resenhas/livros/risoqueliberta.htm" target="_blank"><em>O Riso que Liberta</em></a> a caricatura vem de: <em>&#8220;[...] manifestação de grande apelo popular, afeita a hipérboles visuais e debochadas metonímias (que muito comumente votavam-se a &#8216;rebaixar&#8217; os ricos e poderosos da sociedade). O que se estabelece na Época Moderna é uma tradição estilística do humor político, que liga nomes como William Hogarth e James Gillray a outros como Francisco Goya e Grandville. Na verdade, segundo confirma o estudioso das artes Hans Ernst Gombrich, estariam nas caricaturas de um Honoré Daumier as origens da arte modernista ao estilo de um Pablo Picasso, por exemplo.&#8221;</em></p>
<h4>Do que estamos falando</h4>
<p>No início da década, ainda estudando em Londrina, tive a honra de conhecer o pai das obras que compartilho logo abaixo. Como já exposto acima, a caricatura não nasce apenas de distorção de linhas, mas principalmente da sensibilidade em captar a personalidade do sujeito a ser caricaturizado. Nisso, meu amigo <a href="http://lucasleibholz.blogspot.com" target="_blank">Lucas Leibholz</a> mostra excelência:</p>

<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-maoe/' title='Ma-ôe! Silvio Santos'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-maoe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ma-ôe! Silvio Santos" title="Ma-ôe! Silvio Santos" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-ahmadine/' title='O bombástico Mahmoud Ahmadinejad'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-ahmadine-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O bombástico Mahmoud Ahmadinejad" title="O bombástico Mahmoud Ahmadinejad" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-bob/' title='O ícone Bob Marley'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-bob-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O ícone Bob Marley" title="O ícone Bob Marley" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-joe-louis/' title='Joe Louis'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-joe-louis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Joe Louis" title="Joe Louis" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-fidel/' title='Fidel Castro'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-fidel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fidel Castro" title="Fidel Castro" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-phelps/' title='Michael Phelps'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-phelps-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Michael Phelps" title="Michael Phelps" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-breccia/' title='O cartunista e escritor Alberto Breccia'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-breccia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O cartunista e escritor Alberto Breccia" title="O cartunista e escritor Alberto Breccia" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/04/13/a-caricatura-revela/lucao-dilan/' title='Bob Dylan'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/lucao-dilan-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bob Dylan" title="Bob Dylan" /></a>

<hr />Referências:</p>
<p><a href="http://www.embap.pr.gov.br/arquivos/File/anais3/marilda_queluz.pdf" target="_blank">Artigo Artes Visuais: Espaços e Caminhos &#8220;Além do Cubo Branco&#8221;</a><a href="http://www.marcadefantasia.com/resenhas/livros/risoqueliberta.htm" target="_blank"><br />
</a><a href="http://tiagohoisel.cgsociety.org/gallery/" target="_blank">Caricaturas de autoria de Tiago  Hoisel</a><a href="http://www.marcadefantasia.com/resenhas/livros/risoqueliberta.htm" target="_blank"><br />
O Riso que Liberta</a><br />
<a href="http://lucasleibholz.blogspot.com" target="_blank">Blog de Lucas Leibholz</a></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F04%2F13%2Fa-caricatura-revela%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=4.8" /></div><div>Rating: 4.8/<strong>5</strong> (4 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>Eleições, design e psicologia</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[ideologia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Na época das eleições de 2006 deparei-me com uma aula de semiótica, teoria das cores e muita subliminariedade da revista VEJA, famosa por ser &#8220;direitêra&#8221;. Além da parcialidade política no texto, os editores da revista, àquela época, fizeram uso de algumas artimanhas do design para envolver os leitores conforme os preceitos da revista. A matéria [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=3.8" /></div><div>Rating: 3.8/<strong>5</strong> (5 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na época das eleições de 2006 deparei-me com uma aula de semiótica, teoria das cores e muita subliminariedade da revista VEJA, famosa por ser &#8220;direitêra&#8221;. Além da parcialidade política no texto, os editores da revista, àquela época, fizeram uso de algumas artimanhas do design para envolver os leitores conforme os preceitos da revista.</p>
<p>A matéria que me chamou a atenção foi a da capa. Revista VEJA ed. 1980 &#8211; ano 39, nº 43 (dia 1º de Novembro de 2006). &#8220;Dois Brasis depois do voto?&#8221;, precedendo as eleições daquele ano, mostrou muito bem do que somos expostos pela mídia. Não existe imparcialidade. Nem na Veja, nem na Carta Capital e nem em qualquer outra revista informativa. O que podemos fazer então? Talvez  tentar conhecer o máximo de tudo.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/011106/p_070.html" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-1083" title="Clique na imagem para  acessar a matéria na íntegra (nova janela)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-materia.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Tá, vamos então ao que eu observei nessa matéria: A VEJA apoiou de forma silenciosa, mas quase que desesperada, Geraldo Alckmin. O grande título <strong>&#8220;ENTRE O AZUL E O VERMELHO&#8221;</strong> começa dizendo muito.</p>
<p>Conceitualmente + figurativamente:<br />
<strong><span style="color: #00ccff;">AZUL = PSDB = BOM = POSITIVO</span><br />
<span style="color: #ff0000;">VERMELHO = PT = RUIM = NEGATIVO</span></strong></p>
<p>Para entender como isso funciona é só pensar no seu saldo bancário.<a href="http://veja.abril.com.br/011106/p_070.html" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-1085" title="Clique na imagem para  acessar a matéria na íntegra (nova janela)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-detalhe.jpg" alt="" width="300" height="90" /></a> Quanto está ótimo, positivo, está AZUL. Caso contrário, VERMELHO. A relação aqui sugere o mesmo. A manchete que se segue ratifica esse ponto de vista:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em> &#8220;A tarefa do novo presidente será diminuir o fosso que separa o Brasil moderno do Brasil arcaico &#8220;</em>. Na imagem destacada ao lado tracei uma seta azul para &#8220;Brasil moderno&#8221; e outra vermelha em &#8220;Brasil arcaico&#8221;, explicitando a ligação implícita.</p>
<p>A aliança do AZUL para Alckmin e VERMELHO para Lula denuncia-se na primeira página, onde os <a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-geografia.jpg" target="_blank" rel="lightbox[1079]">pontos coloridos</a> informam onde cada candidato tem a preferência do eleitorado. Outro fator, que fortalece essa implícita preferência de VEJA à Alckmin em vez de Lula ou à imparcialidade, são suas fotos:</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1087" title="VEJA esses rostos" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/revistaVEJA-rostos.jpg" alt="" width="197" height="300" />Alckmin com feição serena, confiante, azul, acima de Lula, feição tensa, preocupada, vermelho na linha inferior.</p>
<p>Durante a matéria que segue por 9 páginas, há opiniões sobre a preferência entre um ou outro presidente que percorrem todo rodapé. Pessoas públicas e comuns emparelham seus pontos de vista a favor de seus candidatos.</p>
<p>Alckmin tem 10 pessoas públicas famosas ao seu favor. Atores, chef de cozinha, modelo e vj. Eles dividem sua preferência com engenheiros, advogados e empresários entre outras funções de maior destaque socioeconômico.</p>
<p>Lula tem 3 pessoas públicas famosas ao seu favor. A cantora Angela Ro Ro, o pugilista Popó e o ator Osmar Prado dividem preferência com uma maioria de vendedores, auxiliares de funções, porteiro, ambulante e outras ocupações de pouco destaque.</p>
<p>A leitura ocidental, ou seja, nossa leitura, se dá da esquerda pra direita e de cima para baixo. Levando isso em conta, o que fecha a matéria, última informação que nos é apresentada é a opinião do senhor Carlos dos Santos, ambulante do Pará de 55 anos, favorável a Lula.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;Ele é um cara igual à gente. É bom ver ele lá no poder e saber que tem alguém, em Brasília, olhando pela gente. Ele criou o Bolsa Família, que ainda não recebo, mas, se Deus quiser, vou começar a receber.&#8221;</em></p>
<p>O que tudo isso tem a ver?<br />
É uma manipulação da VEJA? Depende.<br />
Essa matéria apresenta uma informação estatística. Nada que está escrito lá é mentira.<br />
Mas sua &#8220;<em>layoutação</em>&#8221; tenta expor uma escolha como certa e outra como errada.</p>
<p>Essa observação já tem quase 4 anos, foi próximo a eleição de 2006, mas os criativos da VEJA provavelmente já estão se aquecendo para as eleições deste ano.<br />
<a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010a.jpg" rel="lightbox[1079]"><img class="alignright size-medium wp-image-1092" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="O tucano alça voo (pg 56 e 57)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010a-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Percebi em matéria na última VEJA (ed. 2159 &#8211; ano 43 &#8211; nº 14 &#8211; 7 de Abril de 2010), mais um jogo subliminar referente às próximas eleições majoritárias. Dessa vez com menos recursos visuais e talvez menos exposta que a matéria observada acima.</p>
<p>Nas páginas 56 e 57 um &#8220;Tucana alça voo&#8221;. Com foto única, ilustrando José Serra vitorioso e ovacionado pelas pessoas em sua volta, a matéria sintetiza a postura ética do pré-candidato em esperar até o momento certo para noticiar sua investida à presidência da República.<a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010b.jpg" rel="lightbox[1079]"><img class="alignright size-medium wp-image-1091" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="Prateleira Eleitoral  (pg 58 e 59)" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/VEJA2010b-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a> Já na página 58 e 59, através do título &#8220;Prateleira eleitoral&#8221;, a matéria conta com 3 fotos sendo a maior ilustrada por Dilma Rousseff sorrindo e todos os outros ministros, presidente e vice sob fisionomia séria e com olhares difusos e nas fotos menores, José Dirceu e Franklin Martins aparecem em instantes de visível preocupação.</p>
<p>Tudo isso indica que de imparcialidade a revista está longe. Estamos a alguns meses de distância das eleições. Até lá creio que a própria VEJA, como diversas outras revistas, irá utilizar da semiótica, cores, formas e todas as armas que o design e a psicologia dispõem em favor de suas concepções. Vai ser interessante acompanhar tudo isso.</p>
<p>Importante dizer que nada disso configura crime algum, mas julgo importante termos consciência do que nos atinge.</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F04%2F06%2Feleicoes-design-e-psicologia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=3.8" /></div><div>Rating: 3.8/<strong>5</strong> (5 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>Slow motion</title>
		<link>http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 07:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[As belezas do mundo já tiveram espaço aqui neste blog, o seriado &#8220;Super Câmera&#8221; já foi citado e um rápido exemplo do seu conteúdo já foi compartilhado. Aqueles efeitos utilizam altíssima tecnologia e são patrocinados pela poderosa Discovery Channel. A intenção do post agora é mostrar resultados parecidos na fotografia, sem muito investimento, mas muita [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>5</strong> (0 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ouchmann.com/2010/02/19/deus-designer/" target="_blank">As belezas do mundo já tiveram espaço aqui neste blog,</a> o seriado &#8220;Super Câmera&#8221; já foi citado e um rápido exemplo do seu conteúdo já foi compartilhado. Aqueles efeitos utilizam altíssima tecnologia e são patrocinados pela poderosa Discovery Channel. A intenção do post agora é mostrar resultados parecidos na fotografia, sem muito investimento, mas muita criatividade.</p>
<p>Para fazer fotos desta natureza, a exposição de curta duração não é a principal variável que o fotógrafo se preocupa. O mais importante é a sincronização ideal da câmera com o objeto a ser fotografado. Durante os testes, verificou-se que a variação do obturador da câmera utilizada, uma Sony DSLR, em 100 ms, é muito grande. Evidente que não se pode definir o foco automaticamente, porque essa função poderia aumentar o instante do click em meio segundo ou mais.</p>
<p>Efeitos com água são os mais fáceis de se executar. Apesar de sua aparente evanescência (dezenas ou centenas de milissegundos, dependendo do seu tamanho), o tempo de tais formas duram mais do que quaisquer outros.</p>
<p>Então depois de alguns dias testando a sincronização, o fotógrafo decidiu utilizar outra técnica: Tirar fotos no escuro, usando longa exposição e utilizar o flash na hora certa. Na foto da tangerina sendo atingida por um chumbinho de espingarda de pressão, você pode ver que a linha no canto inferior direito, é o rastro da bala (a foto foi feita com 1\4000s de duração do flash.)</p>
<p>A qualidade dos flagrantes são muito bons, mas afinal&#8230; como funciona o sistema de sincronização? Nem <a href="http://pistonsnationblog.com/images/clint-eastwood.JPG" rel="lightbox[839]">Clint Eastwood tem condição de ser tão rápido no gatilho.</a></p>
<p>Existem dois métodos, um acústico e outro visual. Método acústico é o melhor para todos os processos acompanhados de&#8230; som é claro. Com um microfone preso em algum lugar próximo ao objeto a ser fotografado, a foto é disparada automaticamente quando o microfone capta o som da bala atingindo o alvo. Mas tem um inconveniente, pouca precisão, e para se captar o instante e ter bom resultado, a área coberta pelo som não pode ser maior que 33cm.</p>
<p>O método visual é melhor por sua exata precisão. O fotógrafo precisa fazer com que a bala e o objeto a ser fotografado (ou resquícios de ambos) atravessem um laser, que acionará o gatilho da foto automaticamente. A maioria das fotos apresentadas no post foram feitas desta forma.</p>
<p>Isso é basicamente o que se precisa para chegar aos resultados apresentados abaixo.</p>

<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/ed3d9de11dc1/' title='Chumbinho na moeda'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ed3d9de11dc1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Chumbinho na moeda" title="Chumbinho na moeda" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/attachment/2163016/' title='O instante do impacto'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2163016-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O instante do impacto" title="O instante do impacto" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/attachment/2108703/' title='Perceba a linha do tiro'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2108703-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Perceba a linha do tiro" title="Perceba a linha do tiro" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/attachment/1981957/' title='Splash é sempre muito legal'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/1981957-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Splash é sempre muito legal" title="Splash é sempre muito legal" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/attachment/2180310/' title='Conforme a composição do material, o efeito do estouro se modifica'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2180310-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Conforme a composição do material, o efeito do estouro se modifica" title="Conforme a composição do material, o efeito do estouro se modifica" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/attachment/2526170/' title='A plástica do movimento'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2526170-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A plástica do movimento" title="A plástica do movimento" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/attachment/2402259/' title='Quanta beleza é escondida de nossos olhos'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2402259-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Quanta beleza é escondida de nossos olhos" title="Quanta beleza é escondida de nossos olhos" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/attachment/2070986/' title='Esculturas instantâneas'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2070986-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Esculturas instantâneas" title="Esculturas instantâneas" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/2368441c30e8/' title='O flash é fundamental para se atingir esses resultados'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2368441c30e8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O flash é fundamental para se atingir esses resultados" title="O flash é fundamental para se atingir esses resultados" /></a>
<a href='http://ouchmann.com/2010/03/06/slow-motion/2d1b696eaabd/' title='O autor e seu brinquedo.'><img width="150" height="150" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/2d1b696eaabd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O autor e seu brinquedo." title="O autor e seu brinquedo." /></a>

<p>Referência: <a href="http://englishrussia.com/?p=9400" target="_blank">English Russia</a></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F03%2F06%2Fslow-motion%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>5</strong> (0 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>A hora certa do &#8220;click&#8221;</title>
		<link>http://ouchmann.com/2010/03/05/click-certo/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 16:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[A escolha do ângulo, velocidade de obturador e abertura de diafragma não necessariamente traduzem uma boa foto, mas um momento preciso captado sim. Nisso o fotógrafo Cartier-Bresson é fera. Apesar de contar com a sorte ao capturar determinados instantes únicos e irrepetíveis, na maioria das vezes é a paciência e a preparação do fotógrafo que [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=5.0" /></div><div>Rating: 5.0/<strong>5</strong> (2 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A escolha do ângulo, velocidade de obturador e abertura de diafragma não necessariamente traduzem uma boa foto, mas um momento preciso captado sim. Nisso o fotógrafo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Cartier-Bresson" target="_blank">Cartier-Bresson</a> é fera. Apesar de contar com a sorte ao capturar determinados instantes únicos e irrepetíveis, na maioria das vezes é a paciência e a preparação do fotógrafo que contam para um bom resultado. E dessa forma as imagens, às vezes, são surreais!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-830" title="Click certo 01" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062208_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="390" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-829" title="Click certo 02" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062207_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="394" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-828" title="Click certo 05" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062206_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="600" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-832" title="Click certo 09" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062210_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p>Há também aqueles que se dedicam, com um pouco de sadismo, em capturar pessoas em situações embaraçosas ou ridículas. Até animais não escapam do peculiar senso de humor desse fotógrafo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-823" title="Click certo 03" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062211_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="395" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-831" title="Click certo 10" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062209_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-827" title="Click certo 04" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062205_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="600" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-824" title="Click certo 06" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062202_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="390" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-825" title="Click certo 07" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062203_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="390" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-826" title="Click certo 08" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/08062204_blog.uncovering.org_fotografia.jpg" alt="" width="600" height="600" /></p>
<p>Referência: <a href="http://obviousmag.org/en/archives/2008/06/the_right_moment_to_photograph.html" target="_blank">Revista Obvious</a></p>
<p>As fotos a seguir são flagrantes das últimas Olimpíadas, em Beijing.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-854" title="Beijing 2008 ft1" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4355466098_8d57221703.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-858" title="Beijing 2008 ft2" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354690637_380d320d69.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-859" title="Beijing 2008 ft3" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354703895_7477487241.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-855" title="Beijing 2008 ft4" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4353934227_0fb8223e90.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-857" title="Beijing 2008 ft5" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354690465_fb9ded96bf.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-864" title="Beijing 2008 ft6" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4355437092_996cd34394.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-867" title="Beijing 2008 ft7" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4355450462_1a8cd196bc.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-866" title="Beijing 2008 ft8" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4355450432_a5e813f5e5.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-865" title="Beijing 2008 ft9" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4355437180_704e761362.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-856" title="Beijing 2008 ft10" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354568033_a1ec16ace8.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-860" title="Beijing 2008 ft11" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354703969_ce9efe9d6d.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-861" title="Beijing 2008 ft12" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354719465_b17871504a.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-862" title="Beijing 2008 ft13" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354719541_155792193b.jpg" alt="" width="500" height="333" /><img class="aligncenter size-full wp-image-863" title="Beijing 2008 ft14" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/4354719807_6a95c580d4.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F03%2F05%2Fclick-certo%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=5.0" /></div><div>Rating: 5.0/<strong>5</strong> (2 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>Arte na cabeça</title>
		<link>http://ouchmann.com/2010/02/26/arte-na-cabeca/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 00:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Levi van Veluw. Só pelo nome você já imagina o que pode vir desse cara. Não, você não imagina. Esse holandês de 25 anos estudou arte no Instituto de Belas Artes  (ARTEZ) em Arnhem, na Holanda. Hoje, professor de fotografia, decidiu expressar arte de uma forma original e inusitada. Na própria cabeça. Desde 2006 Levi [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>5</strong> (0 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Levi van Veluw</strong>. Só pelo nome você já imagina o que pode vir desse cara. Não, você não imagina. Esse holandês de 25 anos estudou arte no Instituto de Belas Artes  (ARTEZ) em Arnhem, na Holanda.</p>
<p>Hoje, professor de fotografia, decidiu expressar arte de uma forma original e inusitada. Na própria cabeça.</p>
<p>Desde 2006 Levi vem mostrando o quanto criativo pode ser. E o reconhecimento já começou. Levi já ganhou prêmios pela &#8220;<em>IPA International Photo Awards</em>&#8220;, &#8220;<em>Art Interview Award</em>&#8221; e pela &#8220;<em>American Photography 23</em>&#8220;.</p>
<p>O artista desafia até onde a expressão pode levar nossa visão de mundo.<br />
Confira abaixo pouco do que Levi já criou:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-q-tip.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-715" title="Levi van Veluw Q-Tip" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-q-tip-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ZZ24939535.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-707" title="Levi van Veluw old" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ZZ24939535-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-veneer.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-709" title="levi van veluw veneer" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-veneer-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-708" title="levi van veluw veneer1" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-veneer1.jpg" alt="" width="424" height="589" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-dots-a4.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-710" title="levi van veluw-dots-a4" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-dots-a4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-hair-a4.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-711" title="levi van veluw-hair-a4" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-hair-a4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-natural-transfer-I.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-713" title="levi van veluw-natural transfer I" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-natural-transfer-I-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-712" title="levi van veluw-light I" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-light-I.jpg" alt="" width="424" height="522" />Assista aos videos no <a href="http://www.levivanveluw.nl/" target="_blank">site oficial</a>, são demais!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-714" title="levi van veluw-natural transfer II" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/levi-van-veluw-natural-transfer-II.jpg" alt="" width="424" height="522" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-716" title="Levi van Veluw" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ZZ5E512381-e1267232242228.jpg" alt="" width="570" height="712" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ZZ707BCFCC.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-medium wp-image-717" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="ZZ707BCFCC" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ZZ707BCFCC-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ZZ1385F38C.jpg" rel="lightbox[705]"><img class="alignnone size-medium wp-image-718" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="ZZ1385F38C" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ZZ1385F38C-242x300.jpg" alt="" width="242" height="300" /></a></p>
<h6>Fonte: <a href="http://www.levivanveluw.nl/" target="_blank">Levi van Veluw</a></h6>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F02%2F26%2Farte-na-cabeca%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=0.0" /></div><div>Rating: 0.0/<strong>5</strong> (0 votes cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>Filosofia e arte. Ying Yang.</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 00:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[ying-yang]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos 2º e 3º anos da faculdade tive aulas de expressão tridimensional. As aulas levavam como matéria-prima argila e o pessoal, se bem me lembro, era resistente na hora de criar qualquer coisa. Já a galera de artes plásticas sempre saía na frente nessas horas, claro, talvez pela vocação natural. Nós, designers, tínhamos (ou temos) [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>5</strong> (1 vote cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos 2º e 3º anos da faculdade tive aulas de expressão tridimensional. As aulas levavam como matéria-prima argila e o pessoal, se bem me lembro, era resistente na hora de criar qualquer coisa.</p>
<p>Já a galera de artes plásticas sempre saía na frente nessas horas, claro, talvez pela vocação natural. Nós, designers, tínhamos (ou temos) um vício de ver função em tudo que criamos. Não afirmo que isso seja a verdade, mas é um ponto de vista sobre a questão. Ninguém da turma de design tinha melhor habilidade com a argila ou cerâmica que o pessoal de artes plásticas.</p>
<p>Enfim, habilidades e vocações à parte, fiquei surpreso com a obra de arte abaixo ilustrada. Os pais do autor são tão criativos quanto ele, olha o nome que deram ao filho: Tsang Cheung-Shing. Ah sim, ele é de Hong Kong.</p>
<p>Tsang Cheung-Shing é professor de arte em cerâmica e designer de produto. Já o seu filho leva o nome de Yuanyang II e é uma criação para a exposição de cerâmica &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yin-yang" target="_blank">Ying Yang</a>&#8221; (perceberam a diferença no nome?). A imagem promove um amoroso encontro do café e do chá, bebida muito popular no país. A peça está sendo exibida no saguão central do Aeroporto Internacional de Hong Kong (HKIA).</p>
<p>A peça exibe duas figuras se beijando. Suas cabeças apoiam duas lindas canecas para beber chá e café. As formas e o conceito acertaram em cheio a temática Ying Yang que filosoficamente significa o equilíbrio da natureza, ou de forma mais romântica, a união e o amor.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-700" title="ying-yang" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ying-yang.jpg" alt="" width="500" height="667" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-698" title="ying-yang" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ying-yang2.jpg" alt="" width="500" height="632" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-699" title="ying-yang" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/ying-yang3.jpg" alt="" width="500" height="668" /></p>
<h6>Referência: <a href="http://www.moillusions.com/2008/05/coffe-kiss-illusion-by-tsang-cheung.html" target="_blank">Mighty Optical Illusions</a></h6>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fouchmann.com%2F2010%2F02%2F26%2Ffilosofia-arte-ying-yang%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=1.0" /></div><div>Rating: 1.0/<strong>5</strong> (1 vote cast)</div><br />]]></content:encoded>
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		<title>Deus é designer</title>
		<link>http://ouchmann.com/2010/02/19/deus-designer/</link>
		<comments>http://ouchmann.com/2010/02/19/deus-designer/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Arantes Altmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas que mais me fascina na natureza é o céu, especialmente o pôr do Sol. Mentira. A Ana Hickmann é o que mais me fascina na natureza. Tá, brincadeira à parte, a composição de um pôr do Sol e a beleza indiscutível da Ana Hickmann são fascinantes. Mas&#8230; por quê? Deus foi quem [...]<br /><div><img src="http://ouchmann.com/wp-content/plugins/gd-star-rating/gfx.php?value=3.5" /></div><div>Rating: 3.5/<strong>5</strong> (4 votes cast)</div><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que mais me fascina na natureza é o céu, especialmente o pôr do Sol. Mentira. A Ana Hickmann é o que mais me fascina na natureza. Tá, brincadeira à parte, a composição de um pôr do Sol e a beleza indiscutível da Ana Hickmann são fascinantes. Mas&#8230; por quê?</p>
<p>Deus foi quem fez tudo isso e sem dúvida que Ele é designer.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-591" title="aurea5" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/aurea5-e1266595944234.jpg" alt="" width="200" height="92" />A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propor%C3%A7%C3%A3o_%C3%A1urea" target="_blank">razão áurea</a> foi o instrumento criado por Deus para definir o que é e o que não é belo. O homem, inquieto e curioso como há de ser, foi lá e descobriu a senha. O número &#8220;Phi&#8221; (se lê &#8220;fí&#8221;), irracional como o famoso <strong>&#8220;π&#8221;</strong> (esse sim &#8220;Pí&#8221;), após muitos anos de estudos e observações representa a melhor proporção entre dois segmentos 1:1,618, como a imagem à direita representa. Eis a fórmula da beleza.</p>
<p>Claro que não é assim tãããão simples, para mais detalhes sobre a proporção áurea <a href="http://matematica-na-veia.blogspot.com/2008/03/phi-razo-area-e-curiosidades-matemticas.html" target="_blank">você vai encontrar em diversos outros sites</a>. Como é a disciplina da matemática que orquestra esse assunto e número pra mim é desenho, vou me ater aos seus resultados na natureza.</p>
<h2>Aurora boreal, pôr do Sol, nuvens e a beleza que é olhar para o céu</h2>
<p>Não encontrei nada que relacione a composição de nuvens com a razão áurea. Mas se é simétrico, harmônico, então é bonito. A formação <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mammatus" target="_blank">Mammatus</a> é bastante rara. Formam-se em ar descendente, diferente da maioria das nuvens que são formadas em ar ascendente e são observadas geralmente depois da passagem de forte tempestade.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/mammatus.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-593" title="mammatus" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/mammatus-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/mammatus2.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-594" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="mammatus2" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/mammatus2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/mammatus4.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-596" title="mammatus4" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/mammatus4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Clique nas imagens para ampliá-las.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-595" title="mammatus3" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/mammatus3-e1266597317844.jpg" alt="" width="570" height="382" /></p>
<p style="text-align: left;">Essas nuvens são demais, não? Gostaria muito de poder curtí-las ao vivo e em cores.</p>
<p style="text-align: left;">E por falar em cores, o que você me diz da Aurora Boreal? Fenômeno especial e exclusivo dos pólos do planeta. Por convenção, Aurora Boreal (ou Polar) é o nome dado aos efeitos no pólo norte, ao sul dá-se o nome de Aurora Austral.</p>
<p style="text-align: left;">Para viver essa experiência basta viajar até o Alaska, Noruega, Finlândia ou Nova Zelândia. Se você já viu, não deixe de compartilhar a experiência no espaço para comentários abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YJBrMXSn-hU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/YJBrMXSn-hU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/AuroraBorealis2.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-599" title="Aurora Borealis2" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/AuroraBorealis2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/aurora-borealis-.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-598" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="Aurora Borealis" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/aurora-borealis--150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/auroraborealis.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-600" title="auroraborealis" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/auroraborealis-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<h2 style="text-align: left;">&#8220;Grand Prismatic Spring&#8221;</h2>
<p style="text-align: left;">A fonte de águas termais do Parque Nacional de Yellowstone, Estados Unidos, é mais uma obra de arte sem tela e tinta. A ação de bactérias pigmentadas formando um &#8220;tapete microbiótico&#8221; faz com que as bordas do lago vão do verde ao vermelho. A cor varia conforme a concentração de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clorofila" target="_blank">clorofila</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carotenoide" target="_blank">carotenóides</a> e a temperatura da água, que favorece uma ou outra bactéria. Louco de lindo ahn?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/grand_prismatic_spring.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-medium wp-image-606" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="grand_prismatic_spring" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/grand_prismatic_spring-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/Grand-Prismatic-Spring2.jpeg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-medium wp-image-607" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="Grand Prismatic Spring2" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/Grand-Prismatic-Spring2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Clique nas imagens para ampliação</p>
<h2 style="text-align: left;">Ilhas Socotra</h2>
<p><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/socotra-island.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignright size-medium wp-image-617" title="socotra island" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/socotra-island-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a>Se tem um lugar diferente nesse planeta, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Socotor%C3%A1" target="_blank">esse lugar se chama Socotra</a>. Provavelmente o arquipélago é a prancheta de rascunhos de Deus. Lá só tem espécie em extinção, ou seja, poucos e exclusivos exemplares. Como as árvores &#8220;Dracaena cinnaban&#8221;, ilustradas na foto ao lado.</p>
<p>Assim como ocorre com outras ilhas isoladas, os morcegos são os únicos mamíferos nativos da ilha. Em contraste, a diversidade marinha é muito grande, e se caracteriza pela presença de espécies originárias das regiões biológicas próximas: o Oceano Índico e o Mar Vermelho .</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-618" title="socotra_island_2" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/socotra_island_2-e1266605980675.jpg" alt="" width="570" height="427" /></p>
<p style="text-align: left;">
<h2 style="text-align: left;">The Wave, Arizona (USA)</h2>
<p style="text-align: left;">E essa &#8220;viagem&#8221; então? <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wave,_Arizona" target="_blank">The Wave</a>, no Arizona parece uma pista de skate esculpida naturalmente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/The-wave_reflections4.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-622" title="The wave_reflections4" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/The-wave_reflections4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/the-wave2.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-623" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="the wave2" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/the-wave2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/the-wave.jpg" rel="lightbox[567]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-624" title="the wave" src="http://ouchmann.com/wp-content/uploads/the-wave-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Clique nas imagens para ampliá-las.</p>
<p style="text-align: left;">A natureza nos reserva muitas outras belezas. Depois de assistir ao seriado &#8220;Super Câmera&#8221;, no Discovery, dá para se ter uma ideia do quanto o mundo esconde de nossa visão, a beleza do movimento.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="512" height="288" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://super-camera.discoverybrasil.com/Util/swf/soco_512x288_embed.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="512" height="288" src="http://super-camera.discoverybrasil.com/Util/swf/soco_512x288_embed.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Claro, tudo isso apresentado acima são apenas &#8220;amostras grátis&#8221;. O mundo vai muito além de belezas naturais. O que Leonardo da Vinci, Incas, Chineses e Egípcios fizeram, por exemplo, são tão fascinantes quanto uma nuvem diferente ou luz colorida no céu. Mas para obras dos &#8220;filhos do Designer&#8221;, outro post será dedicado.</p>
<p> =)</p>
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